Começando pelo início

Olá, sou Rafael "Shu" Goulart, e este é meu repositório de músicas/letras/cifras/mp3, poesias, histórias...
Além disso junto aqui tutoriais, anotações e dicas diversas de informática, em especial Linux,, PHP, symfony e outros softwares livres, que é o que eu faço para ganhar a vida.
E, claro, de quaisquer coisas que vierem à cabeça escrever... reflexões e pensamentos tolos sobre a vida...

Neste link encontra minhas CheatSheats

Aqui, um antigo Curso Linux Debian Etch

E aqui, um Curso SQL Básico em Firebird

Utilize o menu para navegar... e boa sorte!!

Canción de el Perdón [letra]

Segunda-feira, 30 de Março de 2009 -- em Letras de Músicas
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Rafael Goulart - 30mar2009 - 10:00h

Perdón
Por los errores
Por las dolores
Por no cambiar

Perdón
Por todo vícios
Que alimenté
Con la inverdad

Que todas horas de una noche
No duren más que alguns instantes

Perdón
Por la inconstancia
La ignorancia
Por revidar

Perdón
Por las montañas
Que no subí
Por tropezar

Que toda luz de nuestro Rey Sol
No deje de los corazones

Perdón por no saber
Velar
Perdón por no saber
Orar

Que cada dia de una vida
Una vida inteira sea

Perdón
Por no lo crer
Por no lo ser
Por olvidar

Perdón
Por este niño
Que aún está
Por despiertar

Que todas horas de una noche
No duren más que alguns instantes

Perdón
Por malgastar
Esta especial
Oportunidad

Perdón
Por no pelear
Por no luchar
Por la liberdad

Que toda luz de nuestro Rey Sol
No deje de los corazones

Perdón por no saber
Velar
Perdón por no saber
Orar

Que cada dia de una vida
Una vida inteira sea

Canción de el Perdón [mp3]

Segunda-feira, 30 de Março de 2009 -- em MP3
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Uma gravação simples… ainda tenho que esmerilhá-la… mas gostei. Violão Eagle e o equipamento de praxe. Nossa, como estou enferrujado…

 MP3 - Rafael Goulart - Canción de el Perdón

Outra Vida

Sábado, 28 de Março de 2009 -- em Venido del Cielo
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Rafael Goulart - 27mar2009 13 :29h

Esta semana faleceu alguém.

Uma pessoa que nem pessoalmente eu conhecia.

Apesar disso, uma pessoa próxima.

Mas ela se foi.

E a ela foi dada a mesma oportunidade que a mim - mas a dela se encerrou, e simplesmente não há como saber se receberá outra.

Mas eu estou aqui, com a oportunidade na mão.

E fazendo o quê com esta oportunidade?

Jogando no lixo, parece.

Pois não mudo, e os erros são os mesmos, cíclicos, recorrentes.

Talvez só morrendo, mesmo, para se ter outra vida.

E talvez só morrendo, mesmo, para passar a borracha nos erros e escrever uma história verdadeiramente nova.

Pois vivos como estamos… apenas repetimos…

… e este filme que já assisti não quero mais protagonizar.

Pelo jeito, só morrendo mesmo.

(Em tempo: isto não é de modo algum uma referência depressiva ou ao suicídio. Por paradoxal que seja, esta constatação só traz alegria, felicidade e paz).

PS.: minha primeira música gravada também em espanhol (por enquanto apenas arcaico…)

Outra Vida [letra]

Sábado, 28 de Março de 2009 -- em Letras de Músicas
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Rafael Goulart
27/03/2009 13:29h

Pra te perdoar
Só morrendo
Pra me perdoar
Só vivendo outra vida
E deixando nesta aqui
Todo pecar

Pra te aceitar
Só morrendo
Pra me aceitar
Só matando o passado
Esperança, frustração,
Relembrar

Enquanto vivos
Nos afastamos todo sempre
Sobrevivendo
Com ilusões em nossa mente

Pra te merecer
Só morrendo
Pra me merecer
Só nascendo diferente
Se afastando desta gente

Desta gente que não sabe o que não amor
Desta gente que não sabe o que não amor
Desta gente que não sabe

Pra te conquistar
Só morrendo
Pra me conquistar
Só matando qualquer ontem
E em cada dia novo
Encantar

Pra te enamorar
Só morrendo
Pra me enamorar
Só jogando fora a vida
E outra vida que nascer
Não desperdiçar

Enquanto vivos
Nos afastamos todo sempre
Sobrevivendo
Com ilusões em nossa mente

Pra te merecer
Só morrendo
Pra me merecer
Só nascendo diferente
Se afastando desta gente

Desta gente que não sabe o que não amor
Desta gente que não sabe o que não amor
Desta gente que não sabe o que não amor

(Versão em espanhol)

OTRA VIDA

Rafael Goulart
27/03/2009 13:29h

Para perdonarte
Sólo muriendo
Para perdonarme
Sólo viviendo otra vida
Y dejando en esta aquí
Todo pecar

Para aceptarte
Sólo muriendo
Para aceptarme
Sólo matando el pasado
Esperanza, frustracion,
Relembrar

Mientras vivos
Nos alejamos todo siempre
Sobreviviendo
Con ilusiones en nuestra mente

Para merecerte
Sólo muriendo
Para merecerme
Sólo naciendo diferente
Si alejando de esta gente

De esta gente que no sabe lo que es el amor
De esta gente que no sabe lo que es el amor
De esta gente que no sabe

Para conquistarte
Sólo muriendo
Para conquistarme
Sólo matando cualquier ayer
Y cada día nuevo
Encantar

Para enamorarte
Sólo muriendo
Para enamorarme
Sólo jugando fuera la vida
Y otra vida que nacer
No malgastar

Mientras vivos
Nos alejamos todo siempre
Sobreviviendo
Con ilusiones en nuestra mente

Para merecerte
Sólo muriendo
Para merecerme
Sólo naciendo diferente
Si alejando de esta gente

De esta gente que no sabe lo que es el amor
De esta gente que no sabe lo que es el amor
De esta gente que no sabe lo que es el amor

Outra Vida [mp3]

Sábado, 28 de Março de 2009 -- em MP3
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Bom… nada demais… primeira gravação no Distrito Federal… estava meio enferrujado, meses sem tocar violão na verdade… apenas para registrar, sem muita frescura.

Fiz duas versões: uma em português, outra em espanhol (possivelmente vou regravar assim que algum amigo revisar os erros… meu espanhol é precário). A versão em espanhol me parece com mais vida…

 Atualização em 30mar2009: Atualizada versão em espanhol, agora numa tradução bem melhorzinha… espero…

MP3 - Rafael Goulart - Outra Vida (português)

MP3 - Rafael Goulart - Otra Vida (espanhol)

Um agosto que transformou minha vida

Quarta-feira, 31 de Dezembro de 2008 -- em N
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O mês de agosto de 2008, um tanto conturbado, foi um período de extremos, de reencontros, bons e ruins, e de retomadas.

Não poderia ser diferente.. bastante produção musical. Não vou colocar muita coisa… apenas as músicas… mas sem falar muito a respeito!

As mudanças continuam, aceleradas, doloridas e bem vindas.

Sim… as versões gravadas são para registro, várias desafinadas, me perdoem! O tempo demorado para postá-las foi necessário.

http://rgou.net/mp3/RafaelGoulart-SeApaixonarAssim.mp3

http://rgou.net/mp3/RafaelGoulart-MundoAfora.mp3

http://rgou.net/mp3/RafaelGoulart-QuerDancarComigo.mp3

http://rgou.net/mp3/RafaelGoulart-NossaLei.mp3

Curta e única resolução de fim de ano

Quarta-feira, 31 de Dezembro de 2008 -- em Diversos
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Para estar em paz com os demais, é preciso estar em guerra consigo mesmo.

A Semente

Quinta-feira, 28 de Agosto de 2008 -- em Poesias e Textos
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Rafael Goulart - 28ago2008 - 1043h

A paixão é um flor.
Gostamos de colher flores, são belas.
Nos encantam.
Nos fascinam.
Nos agrada andar com elas.
Mostrar a todos.
Sentir seu aroma, suas cores.

Nos frustramos quando a flor murcha.
Por mais que a reguemos no jardim.
Por mais que troquemos a água do vaso.
Ela nos entristece com sua morte.

Às vezes nos descuidamos.
A flor morre mais cedo.
Um vento forte.
Um animal.
Ou esquecemos de regá-la.
E parece, então, sem sentido.
Sem sentido cultivar outra flor.
Permitir-nos inebriarmos com sua beleza e aroma.
Se, adiante, ela nos frustrará.
Inevitalmente.

Acontece que a flor é um meio.
Um condutor.
Um mensageiro.
Pois o que ela nos traz de melhor não é o que vemos na superfície.
Não é a beleza ou o aroma inebriantes.
Não.
Isto é o mesmo que atrai as abelhas.
Não.
Mesmo as abelhas vão mais fundo na flor.
Pegam seu néctar.
E ainda sim, não vão fundo o suficiente.
Pois está mais dentro.
Está dentro.

A flor é apenas um meio.
Mas ainda antes há o fruto.
Que vem da flor.
O fruto é deleite.
Que nos alimenta, nos delicia muitas vezes.
Que também tem aroma enebriante.
Mas ainda assim, há de se ir mais dentro.
Pois o fruto também é um meio.
Ele serve para guardar e proteger.
Guardar e proteger a semente.

Esta sim, vem da morte da flor e do fruto.
Mas traz consigo a renovação.
A vida nova.
Novas vidas!
A força, a vitalidade.
E até ironicamente nos devolve as flores.
E os frutos.
Assim, incessantemente.
Num ciclo que só cessa se o impedirmos.
Este é o ciclo da vida.
Esta é a vida verdadeiramente.

Não podemos, então, achar que a vida são flores.
Nem frutos.
A vida está semente.
De onde tudo nasce, de onde tudo que vive se origina.
E pra onde tudo retorna, para nascer de novo.

Se a flor é a paixão,
Se o fruto é o deleite,
A semente é o amor.

Resposta a uma escritora indecisa

Sexta-feira, 22 de Agosto de 2008 -- em Poesias e Textos
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Conversava eu com uma amiga (grávida) no MSN, ela enviou-me um texto seu, belíssimo, profundo, verdadeiro… sempre a incentivei a escrever um livro… mas ela sempre deixa para lá… então eu lhe disse o que segue:

… e você devia sim escrever um livro… ou no mínimo ter um blog…

Não precisa publicar (“as palavras que escreve”) quando saem, pois neste momento realmente é uma exposição.

Mas, depois de um tempo, quando os sentimentos já estão compreendidos e/ou “domados”, eles não expõe mais, e podem ajudar outras pessoas que não tem a facilidade de escrita que tens… É como quando componho uma música triste… geralmente ela fica guardada um bom tempo até que eu me sinta bem para divulgá-la. Então percebo sua força, sua missão e função…

É como quando vemos o que escrevemos na adolescência… tão intensos na hora, tão tolos hoje…

Uma vez me disseram que era egoísmo de minha parte “esconder” o que componho. Pode ser medo da reprovação, também, mas acho que é verdade: é egoísmo. Quantas e quantas pessoas gostariam de poder compor, ou escrever, ou desenhar, e muitos dos que têm estas capacidades se enclausuram no próprio perfecionismo…

… ou no medo de se expor.

Menina, o músico, o escritor, o pintor… se expõem, sim. Mas vivem!

Escreva quando precisar, vá organizando… deixe as coisas se aclararem. Nem se preocupe com o tempo, não tens necessidade! Não estou dizendo pra escrever um livro e sair catando editoras, apenas… escreva…

… e leia o que escreve!

Mesmo que só você… mesmo que apenas poucas pessoas em quem confie…

… ponha-se pra fora!

Você escreve com uma clareza e força impressionantes, mas ainda se contém, ainda tens medo da exposição - mas isto não te faz mais vulnerável, pelo contrário!

Mais forte é a parede que sabemos como é feita e mesmo assim não conseguimos derrubá-la! Aproveita este turbilhão de sentimentos e escreve, escreve, escreve… depois você olha tudo e vais compreender o nó que os amarra…

… e SE compreender melhor, entender tuas virtudes, defeitos, limitações, angústias, identificar tolices, constatar fortalezas, identificar fraquezas…

… mas, minha querida flor, ESCREVA!!

Olha para tua barriga e ESCREVA!

Olhe-se no espelho e ESCREVA!

Olhe para a roupa que estás lavando e ESCREVA!

Pare, a qualquer momento, e ESCREVA!

Deixe sair, tropego, atropelado, pois no exercício de libertar-se é que você vai compreender a própria razão de porque estás fazendo… não dê bola para críticas… não vais vender, não é esse teu interesse!”

Só entenderás a razão do teu dom quando sentires o efeito que causa nas pessoas.

QUE SAIA!

Sexta-feira, 1 de Agosto de 2008 -- em Poesias e Textos
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Rafael Goulart - 24jul2008 00:10h

Ás vezes é tanto pra sair
Que não sai
Os poros, a boca, todas as aberturas
E nem que à faca abríssemos um buraco
De todo nosso tamanho
Ainda seria pequeno
Pra sair

Talvez por isso,
É, talvez seja por isso,
Que trancamos
Como medo de, ao sair,
Explodirmos
Nos expormos
Nos fragilizarmos

Às vezes deixamos sair um pouco
Mas seria este pouco o mais importante?
O essencial?
O suficiente?
O resto, o que fazer com ele?
Deixar dentro de nós?
Apodrecendo, deteriorando,
E nos intoxicando de dentro pra fora?
Deixar que nos corroa até à morte
Mesmo uma morte apenas interior
E vagar feito zumbis
Entre outros tantos

Não!
Não!
Não!
Mil vezes não!
Que saia, que exploda!
Mas, que ao explodir,
Que me espalhe pelo mundo!
Espalhando minha voz,
Meu canto,
Minha palavra,
Meus olhares,
Meu amor…

E que eu viva assim
Aberto,
Desnudo,
Mas viva!

Não!
Não!
Não!
Mil vezes não!
Não quero morrer com tanto
Tanto pra dar
Tanto pra dizer
Tanto pra ser
Não morrer
E continuar perambulando

Quero ser, estar, viver,
Aqui, agora
E para sempre
Quero continuar
Para todo sempre
Sendo parte de tudo
E de mim mesmo
E que tudo que tenho
O tanto que tenho
Não seja apenas meu
Mas de tudo
E de todos

Sim!
Sim!
Sim!
Sim, quero ser, estar
Viver
Aqui, agora
Tanto quanto
Me for possível

Portanto…
QUE SAIA!